O poder do efeito placebo

Um vídeo interessante de Daniel Keogh, produtor do The Science Show da ABC, sobre o efeito placebo.

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Portugueses lançam balão a 29 km de altitude

Três colaboradores do portal Sapo e um professor universitário lançaram no dia 30 de Maio de 2010 em Castro Verde um balão de grande altitude que subiu 30 quilómetros até ao limite da estratosfera captando medidas científicas e imagens.

Acoplada ao balão seguiu uma sonda com um computador de bordo com vários sensores, que recolheram medidas, como pressão atmosférica, qualidade do ar, temperatura, humidade e coordenadas geográficas, e duas câmaras, que captaram vídeos e fotografias.

Os vídeos e imagens estão disponíveis no site do projecto em http://spacebits.eu.

Fonte: DN, Angola Press
Site: Spacebits

Teoria da Conspiração: Pousámos mesmo na Lua?

Sempre achei ridículo que alguém pense que o Homem não pousou na Lua. De qualquer modo deixo aqui o primeiro vídeo de um documentário da Fox Television de 2001 mostrando diversas evidências de fraude. O programa foi para o ar com o nome “Fox Special – Conspiracy Theory: Did we land on the moon?”.

Gostei da parte das cruzes das fotografias que aparecem cobertas tanto pelo equipamento como pelos astronautas, das sombras que não são paralelas, do detalhe das fotografias do módulo lunar quando tem o sol de fundo e das fotografias tiradas em locais diferentes e alturas diferentes com o mesmo fundo, todas na 3ª parte.

Toda a teoria está muito bem montada. Realmente não nega o lançamento da Apolo 11 pois isso pôde ser comprovado por quem assistiu no local. Só nega a ida de seres humanos à Lua. Não nega que tenham estado em órbita. Pergunto-me: será que não haveria quem negasse também isso hoje se não houvesse a Estação Espacial Internacional? Ou toda a teoria faz sentido?

Partes seguintes: 2ª parte, 3ª parte, 4ª parte, 5ª parte

Bicicleta é o meio de transporte mais eficiente

“A bicicleta é o meio de transporte mais eficiente do planeta. Sim, leu bem. O mais eficiente. E por esta simples razão: nenhum outro consegue, com a mesma quantidade de energia, levá-lo tão longe. Nenhum carro, nenhuma moto. Nenhum foguete espacial, avião ou comboio, por mais sofisticados que sejam, conseguem igualar a eficácia energética deste veículo.”

“Ainda não acredita? Imagine a energia contida num hambúrguer: 590 kcal. Um carro consegue, com esta quantidade de energia, andar 800 metros. Uma pessoa, a pé, 15 km. Uma bicicleta… 42 km.”

Notícia do Expresso

Vaivém Atlantis de regresso a casa num Boeing 747

Assente num Boeing 747 modificado, o vaivém Atlantis levantou voo da Base Aérea de Edward na Califórnia às 10:06 CDT desta segunda-feira , regressando ao Kennedy Space Center na Florida para o próximo lançamento. A viagem foi feita apenas durante o dia e sem precipitação, com várias paragens para abastecer de combustível. Aterrou na pista do Kennedy’s Shuttle Landing Facility na Flórida às 17:53 CDT de ontem.

A NASA tem dois aviões comerciais Boeing 747 modificados para transportar o vaivém. Designados oficialmente como Shuttle Carrier Aircraft ou SCA, os 747 foram construídos para voos comerciais mas foram modificados pela NASA com vários apoios, estabilizadores e monitores.

Blogue: NASA Shuttle Ferry Flight
Fórum: Atlantis’ 747 ferry flight back to Florida

Astronomia: observação do disco e anéis de Saturno

Em Maio, o Centro Ciência Viva de Bragança continuará juntamente com outras Instituições do país, a recriar as observações de Galileu, pondo em destaque a sua importância para o conhecimento do Universo.

Data: 29 e 30 de Maio às 21:00h
Local: Terraço do Teatro Municipal
Público – alvo: Todos os públicos, a partir dos 12 anos.

Mais informações sobre o projecto “E agora eu sou Galileu” e sobre o Ano Internacional da Astronomia em AIA 2009.

Centro Ciência Viva de Bragança: “E agora eu sou Galileu”

por Hugo Cadavez Publicado em Ciência

Helen Fisher explica a química do amor romântico

I want to start with my work on romantic love. What I and my colleagues did was to put 32 people, who were madly in love, into a functional MRI brain scanner.

You feel intense elation when things are going well, mood swings into horrible despair when things are going poorly. Real dependence on this person. The whole point of this is to pull two people together strongly enough to begin to rear babies as a team.

But the main characteristics of romantic love are craving: an intense craving to be with a particular person, not just sexually, but emotionally.

When I put these people in the machine, before I put them in the MRI machine, I would ask them all kinds of questions. But my most important question was always the same. It was: “What percentage of the day and night do you think about this person?” And indeed, they would say, “All day. All night. I can never stop thinking about him or her.” And then, the very last question I would ask them, “Would you die for him or her?” And, indeed, these people would say “Yes!“.

Romantic love is not an emotion. But actually, it’s a drive. And in fact, I think it’s more powerful than the sex drive.

And I’ve also come to think that it’s one of three, basically different brain systems that evolved from mating and reproduction. One is the sex drive: the craving for sexual gratification. The second of these three brain systems is romantic love: that elation, obsession of early love. And the third brain system is attachment: that sense of calm and security you can feel for a long-term partner.

91 percent of American women and 86 percent of American men would not marry somebody who had every single quality they were looking for in a partner, if they were not in love with that person.

In these three brain systems: lust, romantic love and attachment – don’t always go together. They can go together, by the way. That’s why casual sex isn’t so casual. With orgasm you get a spike of dopamine. Dopamine’s associated with romantic love, and you can just fall in love with somebody who you’re just having casual sex with. With orgasm, then you get a real rush of oxytocin and vasopressin – those are associated with attachment. This is why you can feel such a sense of cosmic union with somebody after you’ve made love to them.

But these three brain systems: lust, romantic love and attachment, aren’t always connected to each other. You can feel deep attachment to a long-term partner while you feel intense romantic love for somebody else, while you feel the sex drive for people unrelated to these other partners.

So I don’t think, honestly, we’re an animal that was built to be happy; we are an animal that was built to reproduce.

There’s all kinds of reasons that you fall in love with one person rather than another. Timing is important. Proximity is important. Mystery is important. You fall in love with somebody who’s somewhat mysterious, in part because mystery elevates dopamine in the brain.

Fonte: TED Conferences LLC
Livro: “Porque Amamos – a Natureza e a Química do Amor Romântico” de Helen Fisher

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100 horas de astronomia

Estão abertas as inscrições para uma sessão non-stop dedicada à Astronomia. Ininterruptamente, durante cem horas, entre 2 e 5 de Abril de 2009, alguém, algures no Planeta, vai estar ou a observar através de um telescópio, ou numa palestra sobre um tema de astronomia, a ver uma sessão no Planetário ou, na Internet, a ver como trabalham os investigadores. 100 Horas da Astronomia será a maior celebração da Astronomia de sempre.

A iniciativa é um projecto global do Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA 2009) e consiste numa vasta selecção de actividades de divulgação como palestras, sessões no planetário, transmissões em directo de observatórios e centros de investigação, entre muitos outros.

Site: 100 horas de astronomia

Satélites de comunicação colidem no espaço

Dois satélites de comunicação colidiram no espaço na passada terça-feira. A colisão, que ocorreu a cerca de 800 quilómetros da Sibéria, envolveu um satélite comercial Iridium, que foi lançado em 1997, e o satélite russo Cosmos – 2251, lançado em 1993, que não estaria operacional.

A NASA disse que esta foi a primeira colisão espacial a alta velocidade entre duas naves. “Esta foi uma situação catastrófica” disse James Oberg, ex-funcionário da NASA que é agora consultor espacial. A colisão entre dois satélites gerou dezenas de milhar de detritos espaciais que poderão circular na órbita terrestre e ameaçar outros satélites nos próximos 10 mil anos.

Veja a notícia: Jornal de Notícias